Érima de Andrade
Tão estranho constatar que conheci
essas pessoas há quase quarenta anos... não parece!
A relação continua a mesma, a mesma
proximidade com os que eram mais íntimos, o mesmo jeitinho de falar, a mesma
energia da nossa adolescência, agora mais madura, milhões de histórias e
lembranças únicas, e outros milhões de lembranças compartilhadas por todos nós.
Que viagem no tempo esse reencontro!
Se você nasceu depois de 1980,
informo que havia vida muito antes disso, mas não a possibilidade, tão fácil de
hoje em dia, de manter contato depois da faculdade.
Nossas opções na época, telefone fixo
ou carta. Se mudava de endereço, a pessoa não lhe achava mais. Ah, e se você
nasceu depois de 1980, informo que o número do telefone não ia na mudança.
Outro endereço, outro número de telefone. E assim, cada um de nós foi seguindo
a sua vida, lembrando de um tempo bom de estudos e aprendizagens, mas sem muitas
esperanças de reencontrar os colegas.
Até que a Hebe, obrigada Hebe!,
resolveu fazer um churrasco para reencontrar a turma. Chamou o Ricardo/Batata,
para ajudar, falou com a Ana Lúcia, com a Teresa, e num trabalho de pesquisa e
investigação, os nomes foram surgindo, as fotos da época também, as lembranças,
e o reencontro tomou forma.
Conseguiram contato até com colegas
que não estão no mundo virtual, nem em redes sociais! Se você é aquele que
nasceu depois de 1980, informo que foi um trabalho árduo essa pesquisa. Mas
muito compensador!
O churrasco, em Teresópolis, aconteceu.
Mas por vários motivos diferentes, muitos, em cima da hora, não puderam
comparecer. Aí já não tinha mais jeito, o bichinho do reencontro já havia nos picado...
E bora pensar numa outra data. E bora
tentar falar com mais gente. E bora marcar num dia que todo mundo possa... não
deu. E, de novo, tanta gente contatada que na última hora não pode ir. E tudo
bem! A gente vai ensaiando encontros e um dia conseguimos um encontrão. É
sempre ótimo! Do jeito que der para ser, nós fazemos. E saboreamos,
desfrutamos, nos divertimos muito!
Eu, por exemplo, tinha hora para
sair. Mas não tão rápido. Muita história atualizada, muita lembrança boa, e
claro, fotos!
Essas primeiras são fotos da nossa
turma na EBA, Escola de Belas Artes da UFRJ, as outras, dos nossos reencontros.
Obs: Atendendo a pedidos, vou postar todas as fotos que surgiram ao longo da busca. Explicando para você que nasceu depois de 1980: o foco não era automático. Ponto. Não dava para saber como a foto ficaria antes de revelar. Não tem tecnologia que melhore uma foto ruim. Mas eram momentos tão especiais que não desprezávamos foto nenhuma!
Obs: Atendendo a pedidos, vou postar todas as fotos que surgiram ao longo da busca. Explicando para você que nasceu depois de 1980: o foco não era automático. Ponto. Não dava para saber como a foto ficaria antes de revelar. Não tem tecnologia que melhore uma foto ruim. Mas eram momentos tão especiais que não desprezávamos foto nenhuma!






















